segunda-feira, 24 de abril de 2017

POESIA: Quase Tudo!


Mais do que fazer vontades realizarem, o poderoso pode tudo.
E tudo pode!

Pode, é certo que pode!

Mas não pode com todos para sempre, por sorte!
Quase tudo, não pode mais do que pode a morte!

POESIA: Reação em Cadeia.


Maus pensamentos modificam o corpo; 
que mudam a alma; 
que transformam o mundo, 
o meu mundo, o seu e os de todo mundo; 
e que geram reações;
com consequências! 

É como se combinado com as biografias de cada um; 
nas sortes e nos azares! 
É somente um encasquetar e não para nunca mais!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

POESIA: Sapo Sábado no Sapato.


Eu tive um sapo chamado Sábado.
Pulava de um para outro sapato.
Sábado, um sapo tonto ensimesmado.
Sapo dentro do sapato: sapo Sábado!

Sabia, o sapo, o que era o meu sapato?
Sossegado, pulava no sapato, do nada, enamorado.
Sapo Sábado acocorado no sapato!
De tão tonto, um dia encontrou de ser castigado.

Peguei de jeito, o sapo estapeado.
Sapo malandro de nome Sábado!
Não fosse pouco o fardo, ensapatado, desconjuntado!
Sapo Sábado! Meu Deus! Coitado!

Para fechar a saga de Sábado, o sapo:
Sapo Sábado, então, se casou!
Sendo sério, inacreditável fato,
pelo sapato, sapo Sábado se afeiçoou.

Sábado e sapato, assim levavam:
Amor estranho, ridículo, engraçado!
Sapo Sábado, felizardo e casado!
Trava-línguas. Sapo. Amor. Sapato.