sexta-feira, 30 de junho de 2017

POESIA: Cerimonial de Velas.


A primeira vela jaz acesa.
Faiscante, luminosa, símbolo de pureza.
Vela acesa, beleza no centro da mesa!

A segunda vela jaz acesa.
Vela simples, esguia, com alguma tristeza.
Expressiva. Inclinada. Um suave tom turquesa.

A terceira também jaz acesa.
Pouco antes do jantar posto nos pratos.
Vela rebuscada, chama azul e vermelha.

A quarta vela a ser acesa
quase não havia mais tanta beleza.
Perto do fim de um jantar,
de três velas acesas na mesa.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

POESIA: Tristeza e Angústia.


Nos domínios do coração,
o incomodo de um enorme vazio.
Da falta à consternação,
angustiado na tristeza de quem partiu.

Nos domínios do peito,
só tristeza, angústia,
só lembranças, relatos e memórias.
Um esvaziado coração vazio!

quarta-feira, 28 de junho de 2017

POESIA: Medos Obscuros, Medos de Tudo.


Me defronto com um medo de tudo,
de um medo de tudo e do inseguro.
De nunca ter o que tanto me falta.

Medo de que me falte o mundo.
Na falta de Luz, de viver no Escuro.
De perder o que ainda nunca tive.

Medos, esses, que sei que tenho!
Dos medos, os mais obscuros!
Se inseguro, o próprio medo do medo!

terça-feira, 27 de junho de 2017

POESIA: Imaginatório.


Palavra que hoje criei,
a palavra imaginatório.
Criação. Fabricatura. Em português!
Imaginada tal como fabricatório.

A palavra imaginação.
A palavra sanatório.
Fabricação de imagens por conclusão.
Imaginação do dito imaginatório.

Imaginar é uma forma de ação.
Palavrório inventado, ilusório.
Criada de um instante comum,
de um instante fugaz, de um imaginatório.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

"Os Irmãos Karamázov" por Flávio Ricardo Vassoler (VÍDEO).


Flávio Ricardo Vassoler e escritor e professor, doutor e mestre em teoria literária e literatura comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, com estágio doutoral junto à Northwestern University, nos Estados Unidos. É autor de Tiro de Misericórdia e O Evangelho segundo Talião, e organizador do livro de ensaios Fiódor Dostoiévski e Ingmar Bergman: O niilismo da modernidade. No vídeo baixo, Vassoler conseguiu apresentar de forma clara e generosa Os Irmãos Karamázov, do escritor russo Fiódor Dostoiévski, como poucos poderiam.

Sobre a obra...

Os Irmãos Karamázov foi escrito em 1879 e publicado no ano seguinte. Trata-se de uma narração muito pormenorizada de fatos aludidos em uma cidade afastada russa. O narrador pede constantes desculpas ao leitor por não saber alguns destes fatos, por considerar a própria narrativa longa - o livro passa de 700 páginas! - e por considerar seu herói alguém pouco conhecido ou, até mesmo, insignificante. A narrativa não só conversa com o leitor, mas é omnipresente e também indica ou infere os pensamentos dos incontáveis personagens. Provavelmente o nome Karamázov foi forjado a partir de "kara", que significa castigo ou punição, e do verbo "mázat", que significa sujar, pintar, não acertar.

Super recomendo! Dou nota mil, haha!


domingo, 25 de junho de 2017

POESIA: O Caso da Borboleta.


Era branca, cinza e uns poucos tons de amarelo.
Uma borboleta pousou distraída em meu jardim.
Não era muito pequena, tampouco grande.
Tinha o tamanho pouco maior que um nariz.

Borboleta sorriu para mim logo me ouviu.
Borboleta estranha, engraçada e esquisita.
Não queria mais voar, era dela o meu jardim.
Borboleta com cabeça de prego, patinhas de formiga.

Certo tempo passado, abri a janela e me apresentei:
Olá, Dona Borboleta! Sou Joãozinho e quem é você?
No que a borboleta branca, cinza e amarela me viu,
ameaçou voar, mas só depois que respondeu:
Eu, hein, mas que garoto enxerido! Não é problema seu!

sábado, 24 de junho de 2017

POESIA: A Humanidade em Mim.


Uma luta que não para nunca,
o meu bem contra o meu mau.
Duas forças, uma conduta.
De cada dia, um agora incondicional.

Uma luta sutil e comigo mesmo,
me conformo, me reformo, me faço legal.
Um ser melhorado, moral mutante.
Um pouco menos pior, fortificando-me pela moral.

Nestes momentos cheios de dúvida, me faço a pergunta:
Qual minha parcela de culpa para com a humanidade?
Porque sempre há!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

POESIA: Que Deus me Leve!


No dia em que os dias forem mais noturnos que as próprias noites,
em que os valores não importarem mais,
que Deus me leve e que faça de mim a Sua vontade!

No momento em que a consciência do todo se curvar à tirania de um,
em que as nações abdicarem por completo da solidariedade,
que Deus me leve e que faça de mim o Seu instrumento!

No tempo em que a intolerância e o ódio perdurarem por gerações,
em que a esperança estiver totalmente desacreditada,
que Deus me leve e que comigo eleve o que sobrar do mundo!

No momento em que, dos dias, tempos e momentos, só se sentir um gosto amargo,
em que mais nenhum sorriso decorar a face inocente de uma criança,
que Deus me leve e que não viva mais absolutamente nada em mim!
Porque neste dia só terá sobrado o tudo/nada do nada.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

POESIA: Destrato. Contrato. Distração.


Inaceitável destrato.
Ao assinar o contrato,
abusou da distração.

O malandro e um falso contrato.
Distração, mas não um crime de fato.
Tudo mais que se sucedeu, sucedido com destrato.

Seria esse O Crime de Contrato?
Proibido o destrato?
Mesmo que assinado por mera distração?
Carecem-se atos. Ação!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

POESIA: Capitalismo Selvagem.


Dinheiro! Dinheiro! Dinheiro!
Uma sociedade na construção.
Mercados que vivem de desespero.
Progresso e fracassos de uma nação.

Dinheiro! Dinheiro! Dinheiro!
Caminho longo e faltoso da condição.
Pobreza e misérias ante o espelho.
Histórias de sucesso, vã inspiração.

Dinheiro! Dinheiro! Dinheiro!
A resistência contra a solidão.
Princípios carentes de um roteiro.
Acumulando e lucrando, na contramão!

Dinheiro? Dinheiro? Dinheiro?
Relative o valor, somos todos irmãos!
Juntos à vida, mais fortes e inteiros.
Capitalismo: cela, carceragem, prisão.
Selvageria: onde tudo se pode acima do não.

terça-feira, 20 de junho de 2017

POESIA: Primavera das Neves.


Primavera das Neves.
Vera Neves Pedroso.
Primavera Ácrata Saiz das Neves.

Primavera das Neves.
Pelas heroínas e pelas primeiras.
Por todas as sem-nomes.
Por todas as Veras!

Primavera das Neves.
Tradutora, escritora, jornalista.
Anarquista? Sufragista?
Primavera!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

POESIA: Dissidência.


Tão centralmente no centro
e inteirados com os de fora.
Dissidência dos separados, dos divergentes,
dentro e fora.
Dissidência dos que dissentem,
discordados à História.
Dissidência dos que não se contentam
e se aforam da mais rasa retórica.

domingo, 18 de junho de 2017

POESIA: Me Convence?


Chega junto,
desejo-lhe sorte,
quero ver se me convence.

Chega junto,
mas vem na paz,
vem o suficiente para me dizer se o que diz,
diz com fundamento.

sábado, 17 de junho de 2017

POESIA: Literatura Oral.


O momento na história.
Literatura oral,
narrativa contada.

Passagens tiradas da vida.
Leituras da memória,
leituras inventadas.

Os personagens?
Literatura.
Vida!

Oralidade?
Expressão!
Memoriada.
Da fala falada!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

POESIA: Imaginando Como Seria.


Imaginando como seria
mais amor sem nada em troca.
Imagino o amor que teria
se só ouvisse sins e nãos sem respostas.

Amor de verdade é isso?
Você ama por amar,
recebe amor por receber,
imaginando como seria?

Receoso se não seria amor,
como eu seria se não fosse assim?
Imaginando forjado pela dor,
uma vida liberta e independente de mim.

Imaginando como seria.
Imaginando, imagino o amor.
Imaginando como seria.
Na imagem do que penso que sou.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

POESIA: Telefone Sem Fio (Estrutura).


A estrutura.
Na cultura.
Da escravatura.
Instante na sala escura.

A estrutura da escravatura, a mais feia das culturas!
Instante secular do arbítrio, da barbárie.
Futuro de todo um país trancado em uma sala escura.
Trancamento sem chave, o futuro cada vez mais longe.
Imprestável!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

POESIA: Pontas Soltas.


Amarrado no que importa!
Amor intenso. Amor verdadeiro.

Amarrado em destinos errados.
A própria vida como veleiro!

Amarrado e o cenho fechado.
Respeite seu tempo, seus medos!

Amarrado, livre no espaço.
Liberdade, um delicado advento!

terça-feira, 13 de junho de 2017

POESIA: Três Carências da Vida.


Uma perfeição precisa do tempo.
Tempo, este, com esmero e cheio da vida!
Todo tempo, o tempo todo!
Toda vida, intensamente vivida!

Perfeição.
Precisão.
Tempo.
Três carências da Vida.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

POESIA: Negritude Distraída.


Rima reta, sobrevivente, urbana.
A cor da pele, dos livros, dos olhos.
Silêncio gritante da gente sofrida!

Na juventude, justiça selvagem!
Raça forte, frágil, de coração exposto.
Perdão para com todos, negritude distraída!

Negritude distraída!
Negritude distraída!
Negritude distraída!
Perdão para com todos!
Cada vez mais distraída!

sábado, 10 de junho de 2017

Guimarães Rosa, Um Olhar Generoso Para o Sertão.


Minas Gerais é, entre os estados brasileiros, dos mais férteis em grandes autores, em autores que fazem a literatura "coisa dos grandes". Guimarães Rosa talvez seja o exemplo mais genuíno do escritor que consegue corresponder à identidade brasileira. Não sem muito exagero muitos intelectuais derramam mágoas e chorumelas (desculpem a maldade, kkk) ao fato de Guimarães Rosa não ter ganho o Nobel de Literatura.

Segundo Pedro Paulo Braga de Sena Madureira, a literatura de Guimarães Rosa não é para entender, mas para seduzir. Digo que concordo inteiramente com a afirmação.

E vocês, leitores, acham também uma injustiça Guimarães Rosa não ter recebido o Nobel?


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Cem Anos de Solidão e Um Tal de Gabriel García Márquez.


Vencer um prêmio Nobel de Literatura não seria pouca glória para qualquer escritor do mundo, e se esse escritor for latino-americano então essa glória certamente seria lembrada por anos e anos em seu país. Pois bem, imagine então quando esse prêmio é dado a um Gabriel García Márquez como consequência de uma obra que praticamente inventou todo um movimento literário, o realismo fantástico. A obra em questão é Cem Anos de Solidão, um retrato alegórico do continente.

Joana Rodrigues, em um bate-papo com Celso Loducca, fala de Cem Anos de Solidão e de Gabriel García Márquez, agraciado com o Nobel em 1982.

Se não assistir depois de todo o apelo que fiz, não diga que não avisei, haha!



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fausto, de Goethe, por Marcus Mazzari (VÍDEO).


Professor do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP, Marcus Mazzari deu uma verdadeira aula sobre Fausto, leitura fundamental da literatura alemã, a este humilde e carente de cultura blogueiro (exagerei um pouco, rs, desculpe!). A própria vida do autor foi abordada na conversa. A aula foi dada ao programa Quem Somos Nós?, realizado pela Casa do Saber.

Ótimo bate-papo, excelentes informações! Recomendo enormemente que confiram e têm a minha palavra que a próxima 1 hora e 27 minutos não será um tempo perdido.

Bora dar um play no vídeo abaixo?


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Macbeth e a conjuntura política por José Garcez Ghirardi.


Macbeth talvez não seja a maior obra de William Shakespeare, o que não é nenhum demérito, afinal, Shakespeare não foi nada modesto em matéria de clássicos, rs. Impossível eleger sua melhor obra!

Partindo de Macbeth, José Garcez Ghirardi, mestre e doutor em literatura inglesa, faz um paralelo entre a história contada por Shakespeare e a atual conjuntura política, passando pela questão entre o desejo e o dever, a legitimidade e os meios na busca do poder e as consequências de nossas escolhas.

Mil vezes recomendaria o vídeo abaixo; sensacional!


terça-feira, 6 de junho de 2017

Zygmunt Bauman e uma tal Modernidade Líquida.


Morto em janeiro desse ano, Zygmunt Bauman foi um dos maiores pensadores do nosso tempo e, certamente, um dos mais badalados. Bauman foi o responsável por cunhar o famoso conceito da modernidade líquida.

Abaixo, uma ótima conversa com Luís Mauro Sá Martino. O professor explica o que é essa tal modernidade líquida e como nasceu o conceito, e traz um retrato bastante interessante sobre quem foi Zygmunt Bauman.

Vale muito a pena assistir!


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Michel Foucault pelo filósofo Oswaldo Giacoia Junior.


Michel Foucault foi um filósofo, historiador das ideias, teórico social, filólogo e crítico literário francês. Morreu em Paris, em 25 de junho de 1984. Não há dúvidas de que foi um dos maiores e mais importantes pensadores da história da humanidade.

Oswaldo Giacoia Junior, filósofo e escritor, dá uma verdadeira palestra sobre quem foi Foucault em um bate-papo com Celso Loducca, do programa Quem Somos Nós?. Um bate-papo nada muito cabeça, rs, podem confiar em mim. Se gosta de cultura e conhecimento, vai gostar do vídeo abaixo.

Espero que aprendam tanto quanto eu aprendi!

Até a próxima indicação!


domingo, 4 de junho de 2017

Friedrich Nietzsche pela professora Scarlett Marton.


Scarlett Marton, além de professora de história da filosofia, é considerada uma das maiores conhecedoras brasileiras do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Depois que assisti o vídeo que indico neste post é que posso dizer que sei quem foi Nietzsche.

Simplesmente, sensacional!

Recomendo muito que assistam!

Pedido: não se esqueçam de deixar um singelo comentário abaixo do post, dizendo o que acharam das explicações da professora.

Um filosófico abraço a todos, rs.


sábado, 3 de junho de 2017

Mauricio Marsola fala sobre Albert Camus (Entrevista em Vídeo).


Não seria exagero eu afirmar que Albert Camus figura entre os dez maiores escritores franceses de todos os tempos; e olha que a literatura da França é uma das mais ricas do mundo, rs.

Doutor em filosofia pela USP, Mauricio Marsola, ao participar do programa Quem Somos Nós?, realizado pela Casa do Saber, não economiza conhecimento do fato ao falar sobre a vida e a obra do escritor, dramaturgo e filósofo francês, nascido na Argélia.

Bora conferir mais essa aula!


sexta-feira, 2 de junho de 2017

Uma aula sobre Baruch Espinoza com Clóvis de Barros Filho.


Se pudesse resumir em duas palavras o que aprendi com esta aula do professor Clóvis de Barros Filho, as palavras seriam "excepcional" e "descoberta". Adorei "conhecer" Baruch Espinoza e descobrir a existência de sua rica obra sobre o relacionamento humano em sua forma mais essencial. Adorei mesmo e tenho certeza que também adorarão!

O vídeo tem pouco mais de 1 hora e 8 minutos de duração.

Então, bora dar o play e prestar muita atenção na aula!


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Sigmund Freud por Luiz Felipe Pondé. (ÓTIMA ANÁLISE!)


Nunca pensei que fosse gostar tanto de ouvir sobre psicanálise na minha vida. O autor deste milagre: Luiz Felipe Pondé. O motivo: aprender um pouco mais sobre a vida e o legado de Sigmund Freud.

Trago para vocês neste post, um ótimo vídeo onde Pondé conta tudo sobre Freud. E quando eu disse tudo é tudo mesmo, rs.


Assistam na integra e me digam nos comentários se não valeu a pena a indicação!

Abraço e até próxima!



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